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Mostrando postagens de Setembro, 2013

Dica Livro - " Orientalismo: O oriente como invenção do ocidente", de Edward W. Said

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Prof. Carl Lima Redação d'O Historiante

Uma das grandes, senão a principal característica dos estudos pós-coloniais é a interdisciplinaridade. Característica que contribui para a construção de campos científicos sofisticados e que tem na vulgarização do conhecimento produzido, para além das fronteiras de suas origens, uma de suas consequências. Poderíamos, aqui, nos estender as várias ciências auxiliares que tributaram na sua formação – Sociologia, Psicologia, Linguística, Semiótica, História – porém,  quero destacar, aqui, o Orientalismo. Essa escolha justifica-se por dois motivos: Primeiro, pela importância e tradição que este tem na explicação e apreensão do Eu, numa relação de alteridade, algo que tangencia a luta representacional pós-colonial; segundo, por nos oferecer subsídios na compreensão do anti-eurocentrismo, na contra-estereotipia dos sujeitos e também na negação das identidades fixas, princípios que caracterizam os Estudos pós-coloniais.

Policiais espancam professores na Câmara de vereadores do Rio

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O educador que estuda com os estudantes é mais bem sucedido que o professor que ensina aos alunos.

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Profº Neto Almeida Redação d'O Historiante


Nossas escolas são atrasadas quando tomamos o referencial tempo para caracterizar suas atividades. Verdade ou não a afirmativa acima remete ao problema da educação hoje no Brasil. Em muitas escolas, há logicamente exceções, encontramos estudantes que odeiam estar naquele local e, por vezes, preferem estar em qualquer outro espaço, menos nas temidas e enfadonhas salas de aula. Não é este um texto inovador, nem o primeiro a refletir sobre a prática de ensino predominante no Brasil. Contudo, promovo neste texto uma intensão de problematizar o porquê de tanto repúdio ao espaço onde deveria ser por essência um local privilegiado para vivenciar experiências numa das fases mais criativas da vida.

Profissionais de educação são espancados no Rio de Janeiro.

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Queridos amigos historiantes, é com muita tristeza que venho comunicá-los que durante à noite e madrugada de ontem, colegas da Rede Municipal do Rio de Janeiro foram retirados de forma extremamente violenta pela polícia da Câmara de Vereadores que ocupavam há alguns dias para tentar sensibilizar os vereadores a não votarem a favor de um plano de carreira ridículo que o prefeito Eduardo Paes enviou à Câmara para ser votado em caráter de urgência. Mais tarde postaremos vídeos mostrando o que aconteceu.
Divido com vocês um relato emocionante de um professor que estava dentro da Câmara.

Marcos Rodrigues publicou em Professores da Prefeitura do Rio de Janeiro (retirado do facebook) "Bom dia companheiros, São 6:54 e acabo de chegar à minha casa. Deixei a 5ª DP por volta das 6:00 após a liberação dos companheiros Gustavo e Ércio. Estou bem , sem nenhum arranhão. Quis o Senhor assim. Poderia ter sido diferente. Muito cansado. Sinto muita vontade de chorar! Meu rosto se contrai e meus olhos…

E enquanto isso no Rio de Janeiro...

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Ato unificado dos profissionais de educação do Rio de Janeiro (Rede Municipal, Rede Estadual e FAETEC) - 16/09/2012




O que Mandela tem?

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Profª Joyce Oliveira
Redação d'O Historiante


Aos 95 anos, Nelson Mandela tem sido assunto constante na televisão mundial neste ano.
Político e ativista muito conhecido na História Mundial pela luta contra o regime segregacionista do apartheid, por ter sido o primeiro presidente negro eleito na África do Sul (primeira eleição livre em que a maioria negra teve direito a voto), por ter recebido o Prêmio Nobel da Paz (1993) e pela atividade humanitária contra a AIDS, Madiba - como é conhecido carinhosamente pelos sul-africanos - têm enfrentado sérios problemas de saúde.

Dica cultural - O Banquete dos Mendigos

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Prof.ª Aline Martins Redação d'O Historiante




Em 1973, em plena Ditadura Militar, a cena musical estava se recompondo com a volta de Caetano, Gilberto Gil e Chico Buarque, mas a cena politica era a pior possível. O governo Médici liderava o ápice da repressão, com grupos de guerrilha urbana sendo exterminados. Em meio a esse quadro,o multiartista Jards Macalé idealizou e dirigiu um show espetáculo bastante ousado, com o objetivo de comemorar os 25 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ele reuniu diversos nomes da música popular brasileira no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, lugar fundamental para os artistas nos anos 1960 e 1970  por acolher novas experiências como as do artista Hélio Oiticica.

Dica cultural - O Som que vem do Mangue

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Prof. Carl Lima
Redação d'O Historiante


“Eu vim com a Nação Zumbi
Ao seu ouvido falar Quero ver a poeira subir E muita fumaça no ar Cheguei com meu universo e aterrisso no seu pensamento Trago a luzes dos postes nos olhos Rios e pontes no coração Pernambuco embaixo dos pés E minha mente na imensidão.” (Mateus Enter, álbum Afrociberdelia)
Esse canto reverbera  por onde a banda pernambucana Nação Zumbi toca seus tambores de alfaia, seja em terras brasileiras, seja nas diversas apresentações pelo globo terrestre.  De onde vem essa energia e força? Mais: como uma banda formada por jovens da periferia do Grande Recife, nordestinos assumidos e convictos, conseguiram arrombar a porta sem avisar do mainstream, se colocando como o que de mais inovador surgiu na usina musical brasileira, pelo menos desde “Os mutantes”? A resposta, sem muita delonga: a criatividade.  Nascida do espirito de sobrevivência cultural com objetivos claro de escapar do marasmo que marcara o inicio dos anos 1990, n…

Revista O Historiante - ISSN 2317-9929

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Alguns destaques da edição 1 da Revista O Historiante.

Confira o material completo aqui! Clique no link:http://www.livrariadohistoriante.com/revista-o-historiante-volume-1-edicao-1.html