Egito vai às urnas em eleição presidencial inédita e marcada por temores




Os dois candidatos na disputa são Mohammed Mursi, líder da Irmandade Muçulmana, e Ahmed Shafiq, o ex-primeiro-ministro de Hosni Mubarak.

O Supremo Conselhor das Forças Armadas, que assumiu o controle do país após Mubarak ter deixado a presidência, se comprometeu a entregar o posto ao vencedor até o dia 30 de junho.

O entusiasmo em torno do pleito foi abalado por uma decisão da Suprema Corte do Egito divulgada na quinta-feira que invalidou a primeira eleição parlamentar livre no país em mais de seis décadas. Os juízes da Suprema Corte foram todos indicados por Mubarak durante o regime do ex-líder.

De acordo com a corte, o pleito parlamentar, realizado em duas fases, em novembro de 2011 e em fevereiro deste ano, teria sido inconstitucional porque representantes de partidos puderam competir por assentos no parlamento destinado a candidatos independentes.

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